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Postado em 18.06.2013 - Por: Nossa Cultura

Não fique de mãos atadas diante dos conflitos cotidianos

George Kohlrieser é professor e consultor sobre liderança e comportamento, mas foi na sua experiência como negociador de reféns, na polícia dos Estados Unidos, que tirou lições valiosas para escrever Refém na mesa de negociações. Na obra, George traz dicas práticas e conselhos rápidos que, mesmo direcionados para o setor empresarial, podem ser usados por todos.

“Meu objetivo neste livro é oferecer o que aprendi como negociador de reféns para que você aplique em situações nas quais pode ser um “refém” metafórico em sua vida”

Situações que envolvem grandes emoções, como raiva, medo, stress, são comuns nas vidas das pessoas, porém, a forma como são tratadas depende do psicológico de cada um. A carga fica um pouco maior quando à rotina se soma as responsabilidades do trabalho. Neste ambiente, além das situações rotineiras, há metas, dinheiro, chefia, carreira, etc.

Para isso, George traça em seu livro um roteiro que vai desde a constatação do problema, Você está sendo mantido como refém sem saber?, ao ápice do controle interno, Vivendo em um estado de espírito livre da sensação de ser refém. As teorias apresentadas ganham mais informações com listas e ilustrações que simplificam e facilitam a compreensão dos pontos-chave da obra.

Repleto de histórias inspiradoras e envolventes, Refém na mesa de negociações exalta a importância da inteligência emocional, mesmo no ambiente profissional, e também a capacidade de liderança. “Líderes autênticos aprendem a administrar sua natureza competitiva e descobrem que, ironicamente, ajudando os outros a crescer e se desenvolver, eles na verdade têm mais sucesso do que se ficarem concentrando apenas em si mesmos” define George.

Abaixo, veja texto publicado na Folha de São Paulo no dia 15/06/13 destacando alguns pontos do livro.

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Postado em 13.06.2013 - Por: Nossa Cultura

Chegou o Dicionário da Religiosidade Popular!

Título de grande destaque nacional pelo pioneirismo, o Dicionário da Religiosidade Popular, escrito por Frei Chico apresenta uma densa pesquisa realizada pelo autor durante mais de 40 anos. Nela, são trazidas as rezas, saberes populares, descrições de festas e demais experiências religiosas do povo.

De forma abrangente e sem estigmas ou preconceitos, são trazidas para as páginas do livro a experiência religiosa das camadas pobres do país, praticamente desconhecidas até então. Da “espinhela caída” aos cordéis e cânticos, a obra busca trazer manifestações religiosas de todas as religiões e crenças, além das origens, significados e descrições.

“A obra não se limita ao registro dos séculos XX e XXI, mas vai também a fontes históricas do passado, buscando tornar explícitos comportamentos e mentalidades que hoje fluem com circularidade, sempre em transformação, por to¬dos os segmentos sociais da nossa população” define Lélia Coelho Frota, curadora e crítica de arte, autora do texto de apresentação da obra.

Os registros e pesquisas começaram quando Frei Chico foi viver no Vale do Jequitinhonha, região nordeste de Minas Gerais, e ficou lá por dez anos, entre 1968 e 1978. O contato direto estabelecido, a partir de então, despertou o interesse e a atenção do autor, que iniciou o processo de coleta de informações e aprofundamento.

“O Jequitinhonha mudou o meu modo de pensar sobre a verdadeira religião: aprendi que quem pretende entender a religiosidade popular e ter o direito de explicar seus significados há de se tornar simples com os simples e pobre com os pobres” afirma Frei Chico.

Em busca de um “pensamento redondo”, o autor se preocupou em trazer também as influências dos povos migratórios como africanos, indígenas, portugueses, entre outros. Também há uma vasta consultoria com especialistas nas mais diversas áreas, como economia, cinema, medicina popular e folclore.

Muito além de um dicionário, a obra traz outros ângulos, algumas vezes ignorados ou desconhecidos da fé do povo brasileiro. Para isso, trabalha com manifestações de todas as religiões, ubanda, católica, evangélica ou qualquer outra. Como também, em determinados momentos, trata dos problemas causados pela opressora desigualdade social que assola o país há séculos.

“O ‘popular’ da religiosidade do povo brasileiro não é enquadrado aqui apenas em sua dimensão mais ‘tradicionalmente’ folclórica. Seria fácil fazer assim”
, argumenta Carlos Rodrigues Brandão, doutor em ciências sociais pela USP e autor do texto Um mundo posto no livro, publicado na introdução do livro.

O Dicionário da Religiosidade Popular não vem para definir ou finalizar o assunto, mas sim, para incentivar o aprofundamento e, ao mesmo tempo, promover a cultura popular. Com linguagem simples e fácil, a obra traz os mais variados pontos de vista quando convida o leitor a conhecer e promover a religiosidade popular brasileira.

Quer conhecer a religiosidade brasileira de A a Z? Aproveite o desconto de 20% na compra pelo nosso site!

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Postado em 28.05.2013 - Por: Nossa Cultura

Longa caminhada até as telonas!

Depois de quase 20 anos, finalmente a autobiografia de Nelson Mandela ganha versão para o cinema! “Mandela – Long walk to freedom”, ainda sem nome em português, é uma adaptação do livro “Longa Caminhada até a Liberdade”, lançado aqui pela Nossa Cultura em 2011.

A história do grande representante da luta contra o apartheid terá direção de Justin Chadwick e roteiro de William Nicholson. Mandela será interpretado pelo ator Idris Elba, que participou de grandes filmes como Rockn Rolla, de Guy Ritche, e Prometheus, de Ridley Scott. A semelhança entre o ator e o ex-presidente sul africano é tamanha que, ao ver uma imagem do set, o próprio Nelson Mandela perguntou “o que eu estou fazendo ali?”.

A estreia foi confirmada para novembro deste ano. Vamos aguardar ansiosos para que o filme faça jus a qualidade do livro.

Não quer esperar até novembro? Então clique AQUI e conheça o livro “Longa Caminhada até a Liberdade”. Nele, o leitor acompanha os 27 anos que Mandela passou na prisão até a grande reviravolta, quando é libertado e se torna o primeiro presidente eleito democraticamente da África do Sul.

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Postado em 15.05.2013 - Por: Nossa Cultura

Autor do livro “MOJO” fala sobre o perfil do líder de sucesso

Marshall Goldsmith, famoso coach de executivos e autor do livro “MOJO – Como conseguir, como manter e como reconquistar o que você perder”, lançado pela Nossa  Cultura em 20122, esteve no Brasil no mês de abril como convidado de um evento para executivos, que aconteceu em São Paulo. Na sua passagem pelo país, concedeu a entrevista abaixo para a revista “Pequenas empresas, Grandes Negócios”. Confira as dicas do profissional considerado autoridade quando o assunto é liderança, motivação profissional e pessoal. Entenda e descubra o seu MOJO.

 

“Líderes de sucesso são aqueles que aprendem a ter uma mente aberta”

Marshall Goldsmith, renomado coach de executivos, fala sobre a receita do sucesso e o segredo por trás do conceito de Mojo

Por Rafael Farias Teixeira

Mojo. Esse é o nome que Marshall Goldsmith, professor, autor e coach de grandes executivos, dá àquela força de vontade que usamos para conquistar coisas em nossas vidas. Em 2012, ele lançou o livro “Mojo – Como conseguir, como manter e como reconquistar o que você perder”, lançado recentemente no Brasil, pela editora Nossa Cultura.

Na obra, Goldsmith discute como desenvolver esse Mojo na vida pessoal e profissional. Em entrevista para Pequenas Empresas & Grandes Negócios, ele fala um pouco sobre esse processo, os questionamentos que devem ser feitos para alcançar o sucesso e relata a lição mais importante que aprendeu sobre liderança em seus anos de trabalho.

Qual é a definição de Mojo?
Mojo é o espírito positivo que você aplica naquilo que faz. Ele começa de dentro e irradia para fora. Nosso Mojo está em seu maior nível quando estamos experimentando felicidade e significado no que fazemos e quando transmitimos isso para outras pessoas a nossa volta.

Há diferenças entre o Mojo das atividades diárias e o da carreira profissional?
Depende muito da pessoa. Para quem tem uma carreira que reflete as decisões da vida e do trabalho, há pouca diferença. Para quem tem uma carreira que não reflete essas escolhas é bastante diferente. Nosso Mojo profissional e pessoal é impactado por quatro elementos: identidade, realização, reputação e aceitação. Quando eles estão alinhados, tomamos decisões sobre nossa vida e nosso trabalho que nos ajudarão a experimentar felicidade e significado.

Como você chegou a esses elementos e como eles funcionam?
A busca por felicidade e significado é curta quando percebemos que eles podem ser encontrados quando alcançamos duas metas: amar o que fazemos e demonstrar isso. Quatro ingredientes precisam ser combinados para que consigamos um bom Mojo: identidade (quem você acha que você é), realização (o que você anda tem feito ultimamente), reputação (o que as outras pessoas acham que você é) e aceitação (o que você pode mudar – e o quando você tem que apenas “largar a mão”).

Quais são os maiores obstáculos na hora de desenvolver e usar o Mojo?
Por mais que afirmemos que queremos felicidade e significado em nossas vidas, há uma grande pegadinha paradoxal que aparece sempre. Chamo isso de Paradoxo Mojo e é o único grande obstáculo. E o que é ele? Nossa resposta padrão na vida é não querer ser feliz ou experimentar significado. Nossa resposta padrão é a inércia. Nossa resposta padrão, portanto, é continuar fazendo o que sempre fizemos. Quebrar esse ciclo de inércia requer disciplina e isso pode ser conquistado com uma solução simples.

E qual seria ela?
Durante o dia, avalie qualquer atividade sua em uma escala de 1 a 10, baseado em duas perguntas: Quais foram o benefício e o significado a longo prazo que eu tirei dessa atividade? Quanta satisfação ou felicidade de curto prazo tirei dessa atividade? Faça um registro disso em um dia, tanto das atividades no seu trabalho quanto em casa, e avalie cada uma delas. Fazendo isso, você pode acabar com muito mais do que apenas um placar, mas descobrir que você deve se concentrar em atividades que dão a você mais felicidade e significado.

Qual é a principal pergunta que alguém deve responder antes de alcançar o sucesso?
O jeito como defino o sucesso é: conquistar simultaneamente propósito, significado e felicidade. Dito isso, a mais importante questão que um executivo deve responder é, “o que me faz feliz e o que é significativo para mim?”. Ele precisa alinhar suas escolhas e decisões a esta resposta.

Em todos esses anos trabalhando como coach, qual foi a lição mais importante que você aprendeu sobre negócios e liderança?
Líderes de sucesso pedem a opinião dos seus stakeholders, escutam aqueles a sua volta e aprendem a ter uma mente aberta. Líderes que sabem perguntar, processar informação e aprender com esse tipo de mente aberta têm uma vantagem competitiva tremenda em relação aos competidores menos proativos. E, por último, líderes que mantêm seus stakeholders informados conseguem produzir mudanças mais significativas no mundo atribulado em que vivemos. Não apenas esses líderes mudam e crescem, mas esses stakeholders enxergam os resultados positivos dessa interação.

 

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Postado em 29.04.2013 - Por: Nossa Cultura

Por causa do Morrissey

Banda considerada a mais importante do cenário musical de rock alternativo, The Smiths alçou sucesso com as composições resultadas da parceria do vocalista Patrick Morrissey, mais conhecido como Morrissey, e do guitarrista Johnny Marr. Mesmo com uma vida curta de atividade musical, — a banda durou apenas cinco anos (1982-1987) — o estilo mal humorado e a identidade única na produção das músicas os fez conhecidos mundialmente.

Com o sucesso e reconhecimento, vieram os fãs — e não foram poucos. Muitos eram os jovens que se identificavam com as letras que expunham a realidade de pessoas comuns, que tinham que lidar com rejeição, dor, desespero, entre outros sentimentos naturais. Atrelado a isso, uma melodia única e movimentada, repleta de acordes e riffs de guitarra que faziam, e ainda fazem, o coração bater acelerado.

O retrato da influência e também alcance da banda na vida dos jovens é descrito com fidelidade na obra de ficção chamada Caro Morrissey…, de Willy Russell, músico e dramaturgo inglês. Lançado originalmente em 2001, com o título The Wrong Boy, a obra relembra as produções musicais do The Smiths que retratam o real da juventude, com todos os seus dissabores e há especulações de que o título vire um seriado da TV inglesa.

“É sempre sensacional quando a gente encontra outro fã do Morrissey. Mesmo que você nunca tenha visto a pessoa, sabe que compartilha alguma coisa importante com ela.”

Caro Morrissey… é uma reunião de cartas escritas pelo personagem Raymond Marks, jovem esquisito de 19 anos, fã incondicional e que tem como herói o vocalista da banda The Smiths. Marcada por situações bastante constrangedoras, como a que derrubou uma bandeja cheia de comida em cima de um casal de idosos, a obra traz os desabafos, lembranças, desejos e acontecimentos da vida de Raymond.

Acompanhado de seu inseparável caderno de músicas e violão, Raymond sai de casa em busca de um emprego na construção civil e no caminho passa a narrar toda a sua vida em cartas para Morrissey, mesmo que nunca sejam entregues ao músico. Sempre com a mistura do passado e presente, o jovem confidencia tudo o que se passa pela sua cabeça.

“Estou escrevendo ela (carta) num caderno que eu uso pra escrever minhas letras e anotar minhas ideias. Tipo de um diário, acho; mas isso faz parecer que o negócio é mais importante do que é, na verdade. Que seja: é nele que estou escrevendo”

Escrito em primeira pessoa, com uma linguagem simples, direta e de leitura rápida e prática, o título faz do leitor um amigo e o aproxima da realidade vivida pelo personagem. Tal aproximação possibilita colocar-se no lugar de Raymond e relembrar situações parecidas que aconteceram na vida real.

Caro Morrissey… é a oportunidade de adultos e idosos lembrarem-se da juventude, daqueles momentos de vergonha, brincadeira, os tempos de fã, os micos e também sonhos que um dia fizeram parte de suas vidas, mas que foram tomados pela realidade adulta. Já para os jovens de hoje em dia, é uma obra inspiradora e real, que mostra as frustrações e problemas comuns em todo jovem, não importa a época.

Se interessou pelo livro? Caro Morrissey… já está disponível nas livrarias e em nosso site!

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Postado em 19.04.2013 - Por: Nossa Cultura

Shakespeare no divã com os cariocas

No mês em que se comemora os aniversários de nascimento e morte de William Shakespeare, a Fnac BarraShopping, em parceria com a Editora Nossa Cultura, promove um bate-papo sobre o bardo inglês, que tem sua vida e autoria contestadas no livro “Quem escreveu Shakespeare?”, do pesquisador norte-americano James Shapiro. Com os professores Liana Leão e Roberto Ferreira da Rocha. Com a exibição de entrevista exclusiva com o autor do livro, James Shapiro. Dia 24/04, às 19h30.

A Maratona Shakespeariana já passou por Curitiba, no dia 03, e por São Paulo, no dia 18 de abril. Esta, que teve apresentação especial da Cia. Artéria Teatral. Confira as fotos no Facebook!

Sobre os convidados:

Roberto Ferreira da Rocha é professor adjunto 4 de Literaturas de Língua Inglesa, da Faculdade de Letras, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Possui graduação em Letras Português-Inglês pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985), mestrado em Letras Anglo-Germânicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992) e doutorado em Letras-Inglês e Literatura Correspondente pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003). Foi pesquisador visitante no Shakespeare Institute, da Universidade de Birmingham, Reino Unido (2000-2001). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literaturas de Língua Inglesa, atuando principalmente nos seguintes temas: Teatro em língua inglesa, Teatro elisabetano, Teoria da performance e da Adaptação.

Liana Leão é professora Associada da Universidade Federal do Paraná, doutora pela USP, editora do arquivo digital global shakespeares do MIT. Atualmente prepara o arquivo Shakespeare Digital Brasil, de acesso livre e para a democratização do conhecimento, com curadoria de Barbara Heliodora, e do qual participam Fernanda Montenegro, Gustavo Gasparani, Marcelo Antony, entre outros, e nomes da shakespeariana internacional como James Shapiro, Cicely Berry, Michael Corbridge e Tina Packer, esta última, atualmente, com peça estreando na Broadway.

24 de abril – Rio de Janeiro
Evento:
Debate sobre o livro “Quem escreveu Shakespeare”
Horário: 19h30
Local: Fnac Barra Shopping – Rio de Janeiro
Entrada: Livre

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Postado em 18.04.2013 - Por: Nossa Cultura

Evento na Fnac Curitiba reuniu admiradores e estudiosos de William Shakespeare

Na noite de 03 de abril, a Nossa Cultura, em parceria com a Fnac Curitiba, realizou o primeiro bate-papo em torno do livro “Quem escreveu Shakespeare?”, escrito pelo pesquisador norte-americano James Shapiro.

No palco, as professoras doutoras Anna Camati e Célia de Miranda levantaram as questões mais importantes e reveladoras que provam que William Shakespeare foi, de fato, autor da sua riquíssima obra. O bate-papo foi mediado pelo diretor de teatro Flávio Stein, e contou com a participação do ator e também diretor de teatro Mauro Zanatta, que intercalou a conversa com as professoras com a leitura de trechos de obras do bardo inglês e também do poeta Ben Johnson.

O público presente interagiu com os convidados fazendo perguntas sobre o livro e sobre o assunto, mostrando que mesmo depois de 4 séculos, Shakespeare continua despertando a curiosidade e a admiração de pessoas de várias idades.
Veja as fotos do evento na nossa fanpage e no site Altos Agitos!

Eventos em São Paulo e Rio de Janeiro
A agenda de eventos com base no livro “Quem escreveu Shakespeare?” ainda contempla mais dois debates, que serão realizados em São Paulo (18/04) e Rio de Janeiro (24/04), na Fnac Paulista e na Fnac BarraShopping respectivamente.

Em São Paulo, o livro de Shapiro será debatido pelos professores John Milton, Maria Silvia Betti e Marcelo Lazzaratto. Já no Rio de Janeiro, quem dará sua visão da obra será a dupla de professores Roberto Ferreira da Rocha e Liana Leão. Na oportunidade, também será exibida uma entrevista exclusiva com o autor do livro, realizada pela professora Liana Leão.

O livro
“Quem escreveu Shakespeare?” foi lançado em julho do ano passado, durante a FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty. Na oportunidade, o autor do livro James Shapiro, foi um dos convidados da mesa oficial do evento, ao lado do também escrito Stephen Greenblatt. Para comprar o livro, clique aqui. A versão em e-book também está à venda.

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Postado em 16.04.2013 - Por: Nossa Cultura

É a vez de São Paulo contestar Shakespeare

O dia 23 de abril é marcado pelo nascimento e morte de Shakespeare e para relembrar a vida de tão relevante personagem, a Editora Nossa Cultura organizou uma Maratona Shakespeariana. Depois de passar por Curitiba, no dia 03 de abril, agora chega à Fnac Paulista e depois passará pelo Rio de Janeiro no dia 24.

O evento Quem escreveu Shakespeare?, em São Paulo será no dia 18 de abril, às 19h30 e contará com uma apresentação especial da Cia. Artéria Teatral e um encontro com os dois professores da Universidade de São Paulo (USP), Maria Silvia Betti e John Milton e a presença do ator e diretor de teatro Marcelo Lazzaratto.

Adotado como tema a obra de James Shapiro, Quem escreveu Shakespeare?, tanto o bate papo como a apresentação teatral, girarão em torno da polêmica levantada quanto à autoria e também vida de bardo inglês.

Para começar, a Cia. Artéria Teatral, dirigida por Mário César Costaz, fará uma encenação com trechos da obra de Shapiro e trará a defesa do bardo “Será como se Shakespeare estivesse ali, se defendendo e afirmando ser o escritor das obras” adianta Costaz. Depois os professores trarão fatos, detalhes, pontos relevantes e argumentos levantados no livro, que explicam e mostram o porquê de tais polêmicas.

AGENDA:
18 de abril – São Paulo
Evento: Debate sobre o livro “Quem escreveu Shakespeare”
Horário: 19h30
Local: Fnac da Paulista
Entrada: Livre

Saiba mais sobre os participantes:

Marcelo Lazzaratto: Ator e diretor formado pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA – USP, é Prof. Doutor em Interpretação Teatral no Departamento de Artes Cênicas da UNICAMP. Em 2000 cria a Cia. Elevador de Teatro Panorâmico, na qual exerce a função de diretor artístico, tendo realizado, entre outros, os espetáculos: ”Ifigênia”, texto de Cassio Pires a partir do original de Euripedes, indicada ao Prêmio Shell 2012 de Melhor Iluminação e “Do Jeito que Você Gosta”, de William Shakespeare indicada ao Prêmio Shell 2010.

John Milton: Professor Titular na Universidade de São Paulo (USP), onde ensina Literatura Inglesa e Estudos de Tradução. Entre suas publicações são O Poder da Tradução (1993) (reeditado como Tradução: Teoria e Prática, 1998 e 2010); e Agents of Translation (ed. com Paul Bandia) (2009). Traduziu Morte e Vida Severina, de João Cabral para o inglês (Death and Life of Severino, 2003). E junto com Alberto Marsicano traduziu para o português Keats (Nas Asas Invisíveis da Poesia, 1998), Wordsworth (O Olho Imóvel pela Força da Harmonia, 2007) e Shelley (Sementes Aladas, 2010).

Maria Sílvia Betti: Professora da FFLCH-USP (Depto de Letras Modernas, Área de Inglês, Linha de Pesquisa em Teatro Norte-americano), também credenciada para orientação no Depto de Artes Cênicas da ECA-USP (Linha de Pesquisa em História do Teatro).

Cia. Artéria Teatral: Grupo que iniciou as atividades em 2005 com o objetivo de fortalecer a presença do jovem nos palcos e nas plateias. Juntos, trazem a tona espetáculos ágeis, com ritmo envolvente e com uma pesquisa de roteiro que se aproxima da linguagem cinematográfica.

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Postado em 28.03.2013 - Por: Nossa Cultura

O Polígamo Solitário: lançamento da Nossa Cultura traz uma família pouco convencional para a cultura brasileira

Quatro esposas, vinte oito filhos. Um único marido. E, por fim, uma amante. Esta é a história de Golden Richards, norte-americano, mórmon, personagem central do livro de Brady Udall, que acaba de ser lançado pela Nossa Cultura.

Em suas quase 700 páginas, Richards narra sua saga familiar, que tenta equilibrar o trabalho, as esposas, os filhos, e a paixão ardente que nutre por sua amante. Mais que mostrar os detalhes de uma vida em poligamia, o livro retrata as aflições, alegrias, dificuldades, desejos ocultos e, por fim, o vazio sufocante em que o personagem principal se encontra.

Não parece ser nada fácil a vida de um polígamo! Mas você só vai descobrir lendo “O Polígamo Solitário”!

Autor descende de família de polígamos

A vontade de escrever uma história tendo como enredo a poligamia vem de encontro com a própria ligação pessoal que Brady Udall tem com a poligamia. Sua trisavó é a segunda esposa de seu trisavô, que se casaram dentro da tradição da religião mórmon. “Se não fosse a poligamia, eu nunca teria existido”.

Porém a tarefa de escrever o livro envolveu muito mais que sua história pessoal. Udall mergulhou na pesquisa detalhada de como a poligamia é vivida nos dias de hoje.  O resultado é uma ficção ‘viciante’, em que você sofre e se diverte com as aventuras diárias da família Richards.

Saiba mais sobre “O Polígamo Solitário”, clicando aqui.

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Postado em 25.03.2013 - Por: Nossa Cultura

Ser ou não ser…. Shakespeare?

No mês em que se comemora os aniversários de nascimento e morte de William Shakespeare, a Fnac ParkShopping Barigui em parceria com a Editora Nossa Cultura, promove um bate-papo sobre o bardo inglês, que tem sua vida e autoria contestadas no livro “Quem escreveu Shakespeare?”, do pesquisador norte-americano James Shapiro. O evento conta com um time de peso formado por quatro professores da cidade para falar sobre este tema tão polêmico e envolvente: Flávio Stein, Anna Camatti, Célia de Miranda e Mauro Zanatta.

Aberto ao público, o encontro, será no dia 3 de abril, com início às 19h30 e também tem o importante apoio do Festival de Teatro de Curitiba que vai do dia 26/03 até o dia 07/04 na cidade.

Saiba mais sobre os participantes:

Flávio Stein: É graduado em Letras Bacharelado Português/Alemão com ênfase em Estudos Literários pela Universidade Federal do Paraná. É mestre pelo curso de pós-graduação em Letras da mesma universidade com dissertação centrada em processos de leitura. Tem interesse nas áreas de estudos literários e em estudos inter- e transdisciplinares com ênfase em processos criativos e de formação artística. Atua nas áreas de Teatro, Dança e Música como diretor teatral, musical e dramaturgista. Nos últimos anos tem se dedicado a estudos sobre processos de leitura e vocalização do texto literário. De 2009 a 2011 foi curador de projetos de estímulo à leitura e de literatura realizando leituras públicas mensais no Teatro da Caixa, Curitiba. Atua como orientador de laboratórios dedicados à formação de mediadores de leitura e como mediador em Ciclos de Rodas de Leitura através de editais públicos da Fundação Cultural de Curitiba. Juntamente com o escritor José Castello realizou o projeto “Extremos: ciclo de leituras radicais” na Biblioteca Pública do Paraná e com o diretor teatral Walter Lima Torres o projeto de leituras públicas “Leitura Cênica: minha pátria é minha língua, a voz de expressão lusófona”.

Mauro Zanatta: É ator, professor e diretor de teatro. Iniciou em 1982 com o Mímico argentino Daniel Berbèdes. Entre 1987 e 1992 residiu em Londres, cursando a The Desmond Jones School of Mime and Phisical Theatre, onde foi professor assistente. Estudou clown com o francês Philippe Hottier, ex-membro da Companhia Teatre du Soleil, e commedia dell’arte na Scuola Internacionale dell’Atore Cômico, Itália. Entre 1990 e 91 foi professor na The Arts Educational London School. Voltou ao Brasil e fundou a Escola do Ator Cômico em 1994. Atuou no espetáculo clown “Silêncio, Estamos Trabalhando” (1995), Operário Patrão (1997), o monólogo BB O Virulento (1998), a opera La Serva Padrona, de Pergolesi (2005), no monólogo A Queda, baseado em romance de Albert Camus (Melhor Ator Troféu Gralha Azul 2006), na comédia Mirandolina, de Goldoni (2006), Esperando Godot de Samuel Becket (2008) e no monólogo Obsceno Eu Público – Indicado para Melhor Ator Prêmio Gralha Azul. Atuou nos filmes Oriundi” de Ricardo Bravo (1997), “O Brasil de Saint Hilaire” de Berenice Mendes (2003), “Heróis da Liberdade” (2007) e “Meninos de Kichute” de Lucas Amberg (2008) e “Gol a Gol” (2010) de Adriano Esturilho e Fábio Allon, “Amparo” de Ricardo Pinto e Silva (2011). Em 2012 recebeu o Prêmio RPC de Melhor Ator. Atualmente apresenta o monólogo A Queda.

Célia Arns: Possui graduação em Licenciatura em Letras Português e Inglês pela Universidade Federal do Paraná (1975), Mestrado em Literaturas de Língua Inglesa pela Universidade Federal do Paraná (1979), Doutorado em Língua Inglesa e Literaturas Inglesa e Norte-Americana pela Universidade de São Paulo (2004) e Pós-Doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010). Atualmente é Professor Associado IV da Universidade Federal do Paraná. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literaturas Estrangeiras Modernas (Graduação) e na linha de pesquisa ‘Literatura e outras linguagens’ (Programa de Pós-graduação em Letras), atuando principalmente nas seguintes abordagens: W. Shakespeare, literaturas de língua inglesa, recodificação moderna das peças shakespearianas , crítica teatral, teorias do teatro, estudos intermidiáticos, linguagens cênicas.

Anna Stegh Camati: É professora titular do Mestrado em Letras – Teoria Literária – da UNIANDRADE. Lecionou, como professora adjunta, na Universidade Federal do Paraná (UFPR), de 1967 a 1996. É doutora em Língua Inglesa e Literaturas Inglesa e Norte-Americana pela Universidade de São Paulo (USP/1987). Em 2008, concluiu pós-doutoramento em Estudos Shakespearianos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Publica em jornais, revistas e periódicos especializados, nacionais e estrangeiros, sobre literatura inglesa e norte-americana em geral, principalmente sobre dramaturgia e teatro. Suas pesquisas e publicações incluem estudos sobre adaptações textuais, cênicas e cinematográficas da dramaturgia de Shakespeare. Em 2009, organizou, com a Profa. Célia Arns de Miranda, uma coletânea de artigos sobre Shakespeare, intitulada Shakespeare sob múltiplos olhares (Curitiba/Editora Solar do Rosário). Em 2011, foi coordenadora, com Tom Bishop (Universidade de Auckland/Nova Zelândia), de um simpósio intitulado “Metamorfoses shakespearianas: transações intermidiáticas”, no 9º Congresso Mundial sobre Shakespeare, em Praga/ República Tcheca. É co-editora do periódico Scripta Uniandrade e editora regional do arquivo digital (acervo brasileiro), sediado pelo Massachussetts Institute of Technology.

Livro: Quem Escreveu Shakespeare se propõe a traçar as origens da controvérsia antes mesmo de considerar por que muitos escritores formidáveis vieram a questionar a autoria de Shakespeare. Shapiro também revisita os trabalhos de duas das figuras mais influentes nessa controvérsia: a americana Delia Bacon, primeira a defender a hipótese de Francis Bacon como verdadeiro autor, e o professor J.T.Looney, primeiro a propor o nome de Edward de Vere, o 17° conde de Oxford.

Autor: Professor de Inglês e Literatura Comparada na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, James Saphiro é autor de vários livros, entre eles “Shakespeare and the Jews”, “Oberammergau: The troubling story of the woirld´s most famous passion play” e o best-seller “A Year in the Life of William Shakespeare: 1599″, recentemente publicado no Brasil.

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