Resumo: Jaz e Lisa Matharu são mergulhados em um inferno público depois que seu filho, Raj, desaparece durante as férias da família no deserto da Califórnia. No entanto, o Mojave é um lugar com poderes estranhos. Antes de Raj reaparecer – inexplicavelmente ileso, mas totalmente mudado – o destino desta jovem família vai se cruzar com a de muitos outros, tanto do passado como do presente, que passaram por esta estranha cidade nos confins do deserto californiano, marcada por uma famosa formação rochosa chamada “The Pinnacles”.

Entre eles estão um missionário espanhol do século 18, um messias engenheiro de aviação na Segunda Guerra Mundial e uma estrela do rock que passava incógnito pela região. Conforme suas histórias se colidem e se constroem uma sobre a outra, Deuses sem homens torna-se uma exploração sincera da busca pelo sentido da vida em um universo caótico.

- O autor já foi comparado a Thomas Pynchon e Don DeLillo

- Foi eleito como um dos 100 livros mais notáveis de 2012 em lista do New York Times.

- Teve sua obra Deuses Sem Homens chamada de “Translit” (ou transliteratura) pelo critico de literatura Douglas Coupland do New York Times. Termo usado para tentar definir o quão inovadora e diferenciada sua literatura pode ser considerada.


Sobre o autor:
Hari Kunzru passou sua infância e adolescência em Essex e graduou-se em inglês pela Universidade de Oxford, posteriormente completando seu mestrado em filosofia e literatura pela Universidade de Warwick.
É o autor dos romances The Impressionist (2002), Transmission (2004) My Revolutions (2007) (não publicados no Brasil) e Deuses Sem Homens (Editora Nossa Cultura). Seus livros já foram traduzidos para mais de 20 idiomas. Recebeu prêmios importantes como Somerset Maugham, Betty Trask Prize of the Society of Authors e o British Book Award.

Em 2003, a revista Granta o colocou entre os 20 mais notáveis jovens escritores ingleses e a Lire o deixou entre os 50 “écrivains pour demain”. Seus contos e artigos foram publicados em diversos veículos importantes como The New York Times, Guardian, New Yorker, Washington Post, Times of India, Wired and New Statesman.
Em 2008 recebeu o prêmio Dorothy and Lewis B. Cullman Center for scholars da Biblioteca Pública de Nova York.

“Um romance selvagemente ambicioso que se desenvolve ao longo de séculos” —Michiko Kakutani, The New York Times 

“Um romance distintamente americano digno de comparação com o que há de melhor na obra de Pynchon e DeLillo.” —Salon 

“Kunzru consegue rivalizar... qualquer romancista atual, com a força de sua prosa e sua ousadia imaginativa” —The Wall Street Journal 

“[Um] grande livro, inovador e questionador…. Profundamente bonito.” —San Francisco Chronicle 

“Que viagem: Esse é um livro em que monges do século XVIII vagam pelo Mojave com hippies alucinados do Verão do Amor. Um livro em que nativos americanos à beira do abismo, no crepúsculo de uma cultura moribunda, tentam bravamente salvaguardar seus mitos de antropólogos de uma mentalidade literalista implacável... Há veteranos cínicos da Segunda Guerra Mundial, soldados durões recém-retornados do Iraque, comuneiros arruaceiros, banqueiros acabados, groupies chapadas que só pensam em onde encontrar o próximo baseado ou um lugar para encostar o saco de dormir. Aqui tem morte, sexo e rock'n roll. Tudo isso, por mais aleatório que pareça, compõe uma ode apropriadíssima para esse mundo conturbado” —The Washington Post

471 páginas
ISBN: 978-85-8066-123-1

Deuses Sem Homens
R$39,00 R$23,50
Quantidade
Deuses Sem Homens R$23,50

Conheça nossas opções de frete

Resumo: Jaz e Lisa Matharu são mergulhados em um inferno público depois que seu filho, Raj, desaparece durante as férias da família no deserto da Califórnia. No entanto, o Mojave é um lugar com poderes estranhos. Antes de Raj reaparecer – inexplicavelmente ileso, mas totalmente mudado – o destino desta jovem família vai se cruzar com a de muitos outros, tanto do passado como do presente, que passaram por esta estranha cidade nos confins do deserto californiano, marcada por uma famosa formação rochosa chamada “The Pinnacles”.

Entre eles estão um missionário espanhol do século 18, um messias engenheiro de aviação na Segunda Guerra Mundial e uma estrela do rock que passava incógnito pela região. Conforme suas histórias se colidem e se constroem uma sobre a outra, Deuses sem homens torna-se uma exploração sincera da busca pelo sentido da vida em um universo caótico.

- O autor já foi comparado a Thomas Pynchon e Don DeLillo

- Foi eleito como um dos 100 livros mais notáveis de 2012 em lista do New York Times.

- Teve sua obra Deuses Sem Homens chamada de “Translit” (ou transliteratura) pelo critico de literatura Douglas Coupland do New York Times. Termo usado para tentar definir o quão inovadora e diferenciada sua literatura pode ser considerada.


Sobre o autor:
Hari Kunzru passou sua infância e adolescência em Essex e graduou-se em inglês pela Universidade de Oxford, posteriormente completando seu mestrado em filosofia e literatura pela Universidade de Warwick.
É o autor dos romances The Impressionist (2002), Transmission (2004) My Revolutions (2007) (não publicados no Brasil) e Deuses Sem Homens (Editora Nossa Cultura). Seus livros já foram traduzidos para mais de 20 idiomas. Recebeu prêmios importantes como Somerset Maugham, Betty Trask Prize of the Society of Authors e o British Book Award.

Em 2003, a revista Granta o colocou entre os 20 mais notáveis jovens escritores ingleses e a Lire o deixou entre os 50 “écrivains pour demain”. Seus contos e artigos foram publicados em diversos veículos importantes como The New York Times, Guardian, New Yorker, Washington Post, Times of India, Wired and New Statesman.
Em 2008 recebeu o prêmio Dorothy and Lewis B. Cullman Center for scholars da Biblioteca Pública de Nova York.

“Um romance selvagemente ambicioso que se desenvolve ao longo de séculos” —Michiko Kakutani, The New York Times 

“Um romance distintamente americano digno de comparação com o que há de melhor na obra de Pynchon e DeLillo.” —Salon 

“Kunzru consegue rivalizar... qualquer romancista atual, com a força de sua prosa e sua ousadia imaginativa” —The Wall Street Journal 

“[Um] grande livro, inovador e questionador…. Profundamente bonito.” —San Francisco Chronicle 

“Que viagem: Esse é um livro em que monges do século XVIII vagam pelo Mojave com hippies alucinados do Verão do Amor. Um livro em que nativos americanos à beira do abismo, no crepúsculo de uma cultura moribunda, tentam bravamente salvaguardar seus mitos de antropólogos de uma mentalidade literalista implacável... Há veteranos cínicos da Segunda Guerra Mundial, soldados durões recém-retornados do Iraque, comuneiros arruaceiros, banqueiros acabados, groupies chapadas que só pensam em onde encontrar o próximo baseado ou um lugar para encostar o saco de dormir. Aqui tem morte, sexo e rock'n roll. Tudo isso, por mais aleatório que pareça, compõe uma ode apropriadíssima para esse mundo conturbado” —The Washington Post

471 páginas
ISBN: 978-85-8066-123-1